sexta-feira, 31 de julho de 2015

ENSINAMENTO DA VERDADE
Data da publicação, 20 de julho de 2015.

Mokiti Okada é filosofo e cientista religioso.

Cultivo da Sabedoria Divina
(Ausência de Dogmas)

Abraçar uma religião diferente da anteriormente professada representa, sempre, em maior ou menor escala, um motivo de aflição para muitas pessoas. Aliviar a angústia de quem se converte constitui, portanto, uma parte importante do trabalho de salvação. Uma análise minuciosa revela-nos onde se encontra o ponto focal dessa intranquilidade: “Nos inflexíveis dogmas de certas religiões proibindo seus adeptos de se interessar por outras crenças”. Tenho explicado frequentemente que todos os preceitos religiosos têm uma parte shojo - restrito - e outra daijo. Shojo é fogo, pertence à linha vertical e atribui grande importância aos dogmas; por isso, gera inquietação. Daijo, - amplo - ao contrário, é água, horizontal e salienta o princípio da liberdade, sem atribulação alguma porque, em qualquer circunstância, a busca será sempre o Supremo Deus seja Ele denominado Jeová, Tao, Buda ou Alá. À vista disso, no decurso dos tempos, Deus enviou para cada povo ou doutrinas religiosas representantes especiais: “Cristo, Gautama, Maomé e outros sábios iluminados”. Cada um deles possuía um grau específico de espiritualidade. A essência de todos os ensinamentos difundidos por esses mestres, entretanto, é sempre a mesma. De outra parte, os seres humanos apresentam níveis diversos de evolução e, por isso, cada pessoa aceita uma crença de acordo com o seu estágio de aprimoramento. Por conseguinte, há algumas que só podem satisfazer-se com doutrinas ou ensinamentos de grande profundidade. Outras, contudo, necessitam de algo mais popular, cujos rituais incluam danças e cantos acompanhados de tambores ou de algum instrumento musical. Inclusive no que concerne a gostos, tradições e culturas, observam-se diferenças marcantes de povo para povo. Um ser humano de fé shojo comete, portanto, grande erro ao criar limitações que o escravizam e acarretam-lhe sofrimentos desnecessários. Além do mais, semelhante atitude reduz ao extremo a sua capacidade de perceber o incomensurável amor de Deus.

Meishu-Sama.



Paulo Sergio Monteiro Garcia.

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quinta-feira, 30 de julho de 2015

TEOLOGIA
Data da publicação, 30 de junho de 2015.

O que é o perdão?

O perdão é uma decisão pessoal para diluir uma mácula que atormenta o nosso coração. Pode ser emocionalmente e espiritualmente. Perdoar é eliminar do seu coração o sentimento de ódio, raiva, ressentimento ou rancor contra uma pessoa que nos perseguiu, nos ofendeu ou nos castigou consciente ou inconscientemente. O perdão é apagar um ato ofensivo. Muitas pessoas, só para dar exemplo, morrem e não perdoam um ato de ofensa contra ela. O pior é que muitas pessoas queridas falecem sem se reconciliar. É comum entre pai, mãe e filho um não perdoar o outro, ainda em vida. Existem pessoas que dizem que perdoam: “Eu aqui e ele lá”. Isto jamais pode ser considerado um ato de perdoar por ainda há algum tipo de magoa no coração da pessoa que não quer ver a pessoa que lhe ofendeu. Podemos também conceder perdão sem o conhecimento da pessoa.  Temos que perdoar sinceramente as pessoas que estão mortas para vivermos em paz.  Por exemplo: “Pai, mãe e filhos e outras pessoas que já faleceram”. O perdão cura a doença de insônia e ilumina  a alma.

Paulo Sergio Monteiro Garcia.   

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COMUNIDADE MESSIÂNICA
Data da publicação, 30 de julho de 2015.

Reflexão sobre o inicio da fé messiânica

Nós, messiânicos, devemos refletir sempre de como foi nosso ingresso na fé messiânica: “Será que temos gratidão por quem nos encaminhou?” “Qual era nosso sofrimento na época. Doença, pobreza ou conflito?” “Em quanto tempo Meishu-Sama por intermédio do Johrei resolveu nosso problema?” “Quando recebemos a primeira graça, será que agradecemos ao nível da graça com o donativo especial?” São perguntas que devemos fazer sempre a nós mesmo para avaliarmos o nosso nível de fé. O nosso auto aperfeiçoamento da fé é sempre meditarmos sobre o primeiro contato com Meishu-Sama através da abordagem de um fiel, a primeira emoção de recebermos o primeiro Johrei e retornarmos sempre a esses pontos iniciais. Então, porque às vezes esquecemos-nos destes pontos iniciais da fé? Porque estamos tão envolvidos pelo sofrimento, síndrome da pressa, pelo egoísmo que não há espaço em nosso coração para refletirmos sobre nossa utilidade para Deus. Somente quem possui uma fé centralizada no Deus está no comando de tudo, consegue enfrentar o dia a dia se livrando das armadilhas maligna, religar-se a Deus e manter o coração ativo e repleto de gratidão. A oração messiânica, ao em vez, de pedir, lamentar ou reclamar, devemos realizar oração de agradecimento diariamente relembrando o nosso sentimento inicial, ou seja, como entrou pela primeira vez na Igreja Messiânica Mundial. O ponto vital da fé é jamais esquecermos o início de nosso ingresso as fé messiânica. Isto significa acender a chama da fé, servir e dedicar para ser útil a Deus e conduzir pessoas sofredoras a fé messiânica ganhando de Deus méritos e proteção Divina.

Vamos orar para encaminhar uma pessoa a Obra Divina:
(Escreve o nome da pessoa que deseja conduzir a fé messiânica)
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Paulo Sergio Monteiro Garcia.

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BÍBLIA SAGRADA
Data da publicação - 30 de julho de 2015

A fé é pensar orando

         O centurião usou a pratica do ‘pensamento positivo’. Quem tem pensamento determinado, otimista e decisivo consegue se comunicar com o mundo de Deus. O mundo de Deus é o reino dos bons sentimentos. Pensamento de lamuria, lamentações, tristeza, lamúria, derrota são sentimentos que nos liga ao nível infernal. O pensamento positivo, de esperança e de gratidão nos conecta com Deus. A fé é estamos em constante frequência com Deus através da gratidão, do otimismo e do positivismo. Somos o que pensamos. O centurião usou o ‘poder do espírito da palavra: “Dize, porém, uma palavra, e o meu criado sarará”. Na verdade a fé é vivermos constantemente em sintonia com o reino de Deus por intermédio de palavras de amor e gratidão e ter pensamento de alegria, paz e entusiasmo. Acredite que o seu bem estar é a felicidade de Deus porque Ele quer ver sempre a nossa felicidade. Observe que quando você é grato em qualquer circunstância, os problemas da vida são resolvida num ‘passo de mágica”.

O centurião de muita fé

         E, depois de concluir todos estes discursos perante o povo, entrou em Cafarnaum. E o servo de um certo centurião, a quem muito estimava, estava doente, e moribundo. E, quando ouviu falar de Jesus, enviou-lhe uns anciãos dos judeus, rogando-lhe que viesse curar o seu servo. E, chegando eles junto de Jesus, rogaram-lhe muito, dizendo: É digno de que lhe concedas isto, porque ama a nossa nação, e ele mesmo nos edificou a sinagoga. E foi Jesus com eles; mas, quando já estava perto da casa, enviou-lhe o centurião uns amigos, dizendo-lhe: Senhor, não te incomodes, porque não sou digno de que entres debaixo do meu telhado. E por isso nem ainda me julguei digno de ir ter contigo; dize, porém, uma palavra, e o meu criado sarará. Porque também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados sob o meu poder, e digo a este: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu servo: Faze isto, e ele o faz. E, ouvindo isto Jesus, maravilhou-se dele, e voltando-se, disse à multidão que o seguia: Digo-vos que nem ainda em Israel tenho achado tanta fé. E, voltando para casa os que foram enviados, acharam são o servo enfermo. Lucas 7/ de 01 a 10.

Pesquisa feita por Paulo Sergio Monteiro Garcia.

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COMUNIDADE MESSIÂNICA
Data da publicação, 30 de julho de 2015.

Encaminhar pessoas à fé cria méritos

O messiânico deve mudar a sua postura tornado-se um exemplo de um ser religiosidade na sociedade, família e no templo em que serve a Deus.  Ninguém quer seguir uma religião onde seus adeptos dão maus testemunhos. Todos nós, messiânicos, temos afinidades espirituais com as pessoas que vamos encaminhar a fé messiânica. Quem encaminha uma pessoa a Obra Divina recebe de Deus dez vezes mais em saúde, prosperidade e paz. No mundo Divino existe um ‘banco de ações de virtudes’ e, no caso de encaminhamento de pessoas a fé, Deus deposita em nossa ‘poupança espiritual’ dez ‘Mérito Divino’ que tem como origem o equilíbrio da mente, do corpo e do espírito. Quando nos tornamos um acionista do ‘banco divino’, ao entrarmos num beco sem saída, Deus nos devolve mérito que praticamos através do encaminhamento e, é por isto, que recebemos Dele proteções, milagres e graças. Nada, pela Lei Divina, nos é dado de graça, tudo que recebemos de Deus vem através do nosso esforço em praticarmos virtudes. Aliás, o servi humano sempre está em divida com Deus. Mas, mesmo assim movido de misericórdia Ele nos concede proteções devido o nosso esforço em praticarmos atos de bondade. Por isto, servir na Obra de Deus não significa que estamos fazendo favor ou quebrando galho para Deus. Quando nos tornarmos messiânicos temos uma cota de salvação. Por esse serviço de conduzirmos pessoas a Obra Divina ganhamos dez Méritos Divinos. Essa é a lógica da do encaminhamento. Não trabalhamos de graça para Deus. Quem encaminha ganha de Deus pelo trabalho graça proteção especial para poder realizar o seu trabalho de conduzir pessoas à fé messiânica. Mas, para encaminharmos às pessoas a fé messiânica, devemos dar bons testemunho a sociedade em que vivemos.

Paulo Sergio Monteiro Garcia.

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quarta-feira, 29 de julho de 2015

COMUNIDADE MESSIÂNICA
Data da publicação, 29 de junho de 2015.

O que é preconizar?

Não se preconiza o Ensinamento da Verdade escrita por Meishu-Sama julgando, criticando ou excluindo uma pessoa que cometeu pecados, erros e falhas. Preconizar significa vivificar as pessoas ‘mortas’ pela sociedade em que habita por causa de suas fraquezas, pecados e sofrimentos. Preconizar a fé messiânica significa difundir os planos e as Leis Divinas para o mundo dando boas noticias. A grande tarefa da Igreja Messiânica Mundial é preconizar ao mundo o Johrei, o Ensinamento da Verdade e a pratica do Sonen a toda ser humano. Eu digo aos senhores que preconizar exige trabalho, determinação e renúncia. O messiânico para preconizar a boas notícias de Deus precisa ter a sua própria experiência de fé que é o seu relacionamento intimo com o Messias Meishu-Sama. Preconizar também é dar bons testemunhos de sua fé no ambiente que vive. Preconizar a fé messiânica exige uma dose forte de amor, compaixão e misericórdia. Preconizar é valorizar a família, ser exemplo na sociedade e servir a Deus participando das dedicações no templo que dedica. Preconizar é estudar, ter sobre o seu controle e conhecer o inferno para salvas almas perdidas para expandir o amor de Deus que é salvar a humanidade do terror e horror por ela passa. Conhecer o inferno não é participar e aceitar suas leis, mas, ter a visão de como tirar as pessoas do inferno. Preconizar a fé é compartilhar o amor, é acolher as pessoas sofredoras e converter a pessoa ao caminho do paraíso.

Paulo Sergio Monteiro Garcia.   

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ENSINAMENTO DA VERDADE
Data da publicação, 18 de julho de 2015.

Mokiti Okada é filosofo e cientista religioso.

Respeito do espírito da palavra

        Na Bíblia está escrito: “No princípio era o Verbo. Todas as coisas foram feitas por ele”. Isso se refere à ação do espírito da palavra. Começarei explicando o significado fundamental dessa expressão. A palavra, naturalmente, é constituída e emitida pela ação da voz, da língua, dos lábios e do maxilar inferior, mas a origem dessa emissão, não resta dúvida, é o pensamento, que se manifesta em forma de palavras. O pensamento é a manifestação da vontade. Suponhamos que surja no ser humano alguma vontade. Para manifestá-la através de palavras, o pensamento entra em ação. Naturalmente, na ação do pensamento ocorre o discernimento do correto e do incorreto, do bem e do mal, do sucesso e do insucesso, etc. O conjunto disso é a inteligência, e sua manifestação é o espírito da palavra; a materialização do espírito da palavra é a ação. Baseado neste princípio não estaremos equivocados se dissermos que existem três níveis: pensamento, espírito da palavra e ação. Assim, o pensamento está ligado ao Mundo Espiritual; o espírito da palavra, ao Mundo do Espírito da Palavra; a ação, ao Mundo Material. Isto é, o espírito da palavra fica entre o oculto e o manifesto. Pode-se dizer que ele é mediador entre o pensamento e a ação. Através disso, poderão compreender quão importantes é o seu papel. O espírito da palavra é semelhante a uma marionete: a manifestação da alma ou do espírito fica à sua mercê. Irritar as pessoas ou fazê-las rir, preocupá-las ou tranquilizá-las, entristecê-las ou alegrá-las, provocar conflitos ou paz, obter sucesso ou insucesso, tudo depende do espírito da palavra. Usá-lo de forma leviana é muito perigoso. Por outro lado, apenas manejar habilmente o espírito da palavra, não passaria de uma simples técnica. A pessoa se assemelharia a um humorista, comediante ou comentarista. Se na base do espírito da palavra não houver força para a manifestação de um grande poder, não há qualquer sentido. Mas, tratando-se de força, existe a benigna e a maligna. Ou seja, o espírito das palavras malignas constitui pecado, e o espírito das palavras benignas constitui virtude. Assim, o homem deve se esforçar para usar o espírito das palavras benignas. Nestas, evidentemente, o fundamental é o “makoto”, que se origina de Deus. Portanto, não há outro recurso senão reconhecer a existência de Deus. Se a pessoa não for religiosa, não conseguirá manifestar o verdadeiro makoto, e por isso não se manifestará a força benigna no espírito da palavra.

Meishu-Sama em 1950.
Extraído do Livro Alicerce do Paraíso, volume 4.


Paulo Sergio Monteiro Garcia.

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